segunda-feira, 26 de julho de 2010

A IGREJA, O CORPO DE CRISTO


A partir deste domingo, estaremos estudando a Epístola aos Efésios, na EBD e compartilhando nos cultos dominicais sobre o Propósito Eterno de Deus e a Igreja, o corpo de Jesus Cristo. Veja o que declara o irmão Stephen Kaung, em seu livro “Visão Celestial” – “Agora temos a visão plena revelada a nós na Palavra de Deus. Hoje, não é uma questão de quão plena é essa visão, é uma questão de quanto a vimos. A visão está aí, mas quanto vimos dela?... O que é essa visão? Se quisermos colocá-la em palavras bem completas, essa visão não são apenas palavras, essa visão celestial não é outra senão Cristo e Sua Igreja. Não importa que tipo de visão você veja, que tipo de ambição ou sonho você tenha, em essência, a visão celestial é Cristo e Sua Igreja”.

Temos aprendido, nestes últimos dias que toda a Bíblia fala da visão celestial, e que desde Gênesis até o Apocalípse, a visão é uma só. Entretanto temos entre as cartas do apóstolo Paulo, duas que foram escritas durante o tempo de sua prisão, provavelmente em Roma, as quais desvendam com mais clareza o “mistério” que esteve em sombras (Ef 3.4-5) durante todo o Velho Testamento, e parcialmente revelado nos Evangelhos. Estas duas cartas são Colossenses e Efésios.
Talvez, Colossenses seja o livro mais centralizado em Cristo da Bíblia, nele Paulo enfatiza a primazia da pessoa de Cristo e a salvação completa que Ele traz. Nessa Carta o apóstolo enfatiza A Cabeça, Cristo, sua pessoa, sua glória, seus atributos(Cl 1.13-20). Mas a Carta aos Efésios, que estaremos estudando, a partir deste mês, pode ser rotulada como a epístola que retrata a “igreja de Cristo”, ela enfatiza o Seu Corpo. Ela é dirigida a um grupo de crentes que tem riquezas sem medidas em Jesus Cristo, mas vivem como mendigos, porque são ignorantes a respeito de sua riqueza. Será que não estamos no mesmo estado que aqueles crentes de Éfeso?
Queridos irmãos e irmãs, a igreja é a noiva do Senhor - “O que tem a noiva é o noivo” (Jo 3.29), mas o Senhor não irá celebrar suas bodas, seu casamento, com uma igreja imatura, adolescente, mas Ele irá se casar com uma noiva amadurecida, adulta, responsável, que sabe que é, e que conhece quem é o seu noivo “Vi também a cidade santa, a nova Jerusalém, que descia do céu, da parte de Deus, ataviada como noiva adornada para o seu esposo.”(Ap 21:2). Na Carta aos Efésios esta realidade da maturidade da igreja é revelado nos versos – “Até que todos cheguemos à unidade da fé e do pleno conhecimento do Filho de Deus, à perfeita varonilidade, à medida da estatura da plenitude de Cristo, para que não mais sejamos como meninos,…” (Ef 4.13,14a). Podemos também ver esta verdade quando Paulo fala do casamento, que é uma metáfora das bodas de Cristo e a igreja – “Grande é este mistério, mas eu me refiro a Cristo e à igreja” (Ef 5.32).

sábado, 24 de julho de 2010

BOCA DE SAPO, LÍNGUA DE SERPENTE E ESTÔMAGO DE URUBU

– Por:Glenio Paranaguá

O prato do dia em muitas mesas caseiras é a vida alheia. Alguém falou descuida-damente que – com freqüência a sua família, quando está reunida, almoça e janta sempre o mesmo cardápio: falar mal dos outros, com um condimento a mais.
Como é difícil não fuxicar das pessoas. Deve haver alguma atração doentia para o assunto, pois vira e mexe alguém é jantado com molho forte de pimenta e tudo. E como disse Walter Knight, “não há maledicentes ociosos. Eles estão sempre ocupados”.
Sujeitos com uma boca de sapo, comumente apreciam o coaxar da suas intrigas. O som desconexo de seu ruído berrante é a distração favorita na realimentação da própria deformação moral. Quanto mais degenerados forem os tais sujeitos, mais sujeitos ficarão ao zunido zureta do seu diz-que-diz-que, diz-que-diz-que, diz-que-diz-que.
O veneno da difamação é maligno e triplamente tóxico. Além de desfigurar e ma-tar as vítimas da picada, ao mesmo tempo aleijar o próprio agente da toxina, bem como corrompe e mata o ouvinte. A linguagem viperina tem sido responsável pela amargura e deformação de muitos lares e pessoas inocentes. Muitos escapam dos destroços letais da peçonha maldita, mas carregam pelo resto da vida as seqüelas morais do envenenamento.
A receita da fofoca é uma farofa venenosa de futricas que o inferno inventa para manter os canalhas subservientes a serviço da imundícia dos seus estômagos de urubu. Não há coisa mais nojenta do que comer carniça na cocheira da calúnia. A podridão do pecado servindo de alimento para um povo maníaco é um grude repugnante que os no-bres participantes do reino de Deus devem rejeitar determinantemente.
Por favor, não me convidem, nem me incluam no chiqueiro da maledicência, já que tenho uma tendência natural bem aguçada para a corrupção. Eu sei que a minha natu-reza humana gosta de tomar parte nesses rega-bofes do achaque, por isso conto com a sua discrição me poupando de participar da agenda nestes casos. Fico grato também, se você deixar de fora outros irmãozinhos, como Daniel na Babilônia, que preferem alimentar-se de uma comida frugal e saudável. Como é bom comer comida sem agrotóxicos.
Quem sabe se você também não poderia ficar de fora desse ajuntamento de abu-tres ávidos por cadáveres em putrefação, para participar do festival de Aleluia? Sou ainda um principiante nessa escola da graça, mas tem sido magnífico poder aprender a louvar e bendizer. Estou apenas sugerindo a você: matricule-se no discipulado de Jesus e aprenda dele a falar a linguagem da elite dos eleitos que foram libertados pela obra da cruz. Espe-ro por você no hall de entrada na Universidade da Alegria e do Louvor. Seja bem-vindo!

segunda-feira, 28 de junho de 2010

QUE É VISÃO CELESTIAL?

“Creio que todos nós temos um sentimento em nosso coração de que a vinda de Cristo está muito iminente. Está mais perto, provavelmente, do que pensamos. Exatamente como a Escritura diz: “…está próximo, às portas” (Mt 24.33). E porque a vinda do Senhor está tão perto, a manhã está chegando, mas a noite também vem. Assim, de certo modo, estamos vivendo a parte mais escura da noite antes que o dia amanheça, e é muito difícil durante estas horas para nós nos mantermos vigilantes, preparados, em sintonia com Deus e Seu propósito.
Antes de seu martírio, o apóstolo Paulo escreveu a Timóteo: “Combati o bom combate, completei a carreira, guardei a fé” (2Tm 4.7). Que combate o apóstolo Paulo combateu! Ele combateu contra as feras selvagens em Éfeso. Ele combateu contra os gentios incrédulos e idólatras. Ele combateu contra os judeus incrédulos. Ele combateu contra os judaizantes que tentavam mudar a verdade do evangelho. Ele combateu contra as formas do mal no mundo. O apóstolo lutou com tudo o que Deus tinha dado a ele. Ele recebeu muitos ferimentos, mas lutou. Ele era um bom guerreiro.
Ele realmente correu a carreira. Na estrada de Damasco o Senhor o colocou na carreira. Era uma maratona, uma corrida com obstáculos. Em 2 Coríntios 6.11 você encontrará como ele correu aquela carreira em muitos perigos, algumas vezes em prisão, em nudez, em fome, por honra e por desonra. Ele passou por esses problemas e dificuldades com paciência e perseverança. Ele podia declarar no final que tinha completado a carreira.
Então, certamente, sabemos como Paulo guardou a fé. O apóstolo Paulo podia declarar no final de sua vida de sua vida que tinha combatido o bom combate, completado a carreira e guardado a fé – a fé que uma vez foi dada aos santos. Ele não abriu mão nem um pouco da fé. O apóstolo Paulo podia declarar no final de sua vida que tinha combatido o bom combate, completado a carreira e guardado a fé.
Nós temos um combate menos rigoroso para combater? Nós temos uma corrida mais fácil para correr? Nós temos menos fé para guardar? Se compararmos os nossos dias com os dias de Paulo, provavelmente podemos dizer que que nossos dias são mais difíceis porque estamos nos aproximando do fim. Quando o fim se aproxima, os dias se tornam mais difíceis. Mas então precisamos perguntar a nós mesmos: combatemos o bom combate? Completamos a carreira? Guardamos a fé? Somos bons guerreiros do Senhor? Corremos com paciência até o fim? Estamos compromissados com a fé uma vez dada aos santos?
Assim, penso que é muito urgente, muito essencial para nós, que consideremos juntos diante do Senhor como podemos combater o bom combate, completar a carreira e guardar a fé nestes últimos dias. Há algum segredo que capacitou Paulo a fazê-lo? Se há tal segredo, gostaríamos de aprendê-lo.
Se quisermos usar uma sentença para resumir a vida e o ministério do apóstolo Paulo, penso que é essa: “Rei Agripa, não fui desobediente à visão celestial” . Ele põde testificar diante do rei Agripa que não foi desobediente à visão celestial. Isso explica Paulo, isso explica a sua vida; isso explica o seu ministério. Isso nos conta o seu segredo de como foi capacitado para combater o bom combate, completar a carreira e guardar a fé.”
(extraído de “Visão Celestial”, Stephen Kaung – Ed.Restauração)

Meus irmãos, o Senhor está nos restaurando a visão do Seu propósito eterno, em Cristo Jesus. não queremos ser desobedientes à visão celestial, a exemplo de Paulo. Por isso buscaremos cada vez mais conhecer e nos envolver com a vontade soberana do Pai, através de sua Palavra e atuação do Espírito Santo, na revelação da pessoa, obra e glória de Cristo. Isto faremos buscando através do estudo mais profundo da Palavra de Deus. À semelhança do primeiro semestre em que estamos terminando de estudar o livro de Hebreus, sobre “Supremacia de Cristo”, no segundo semestre estaremos nos debruçando sobre as cartas de Paulo aos Efésios e aos Colossenses, onde queremos ver e entender melhor, Jesus; o Cabeça, e a igreja; o Seu corpo, esse mistério que já nos foi revelado, como nos afirma o apóstolo. Se já fomos crucificados e ressucitados com Cristo, agora temos o caminho da cruz para trihar. Vamos juntos pela graça do Pai. Graça e paz!
Douglas Bataglião

quarta-feira, 23 de junho de 2010

quarta-feira, 9 de junho de 2010

Uma luta árdua

Gostaria de mencionar algumas fontes de preocupação nos dias em que vivemos, quando o assunto é a FAMÍLIA. Longe de desejar esgotar o assunto, desejo apenas fazer referência a alguns dos problemas que mais têm atingido nossos lares. Como a limitação do nosso espaço não permite que discorra sobre cada um deles, permitam-me uma breve menção. Acompanhamos, em nossos dias, o desenrolar de uma batalha sem trégua na qual o inimigo de nossas almas tem tentado destruir as famílias. E nem é preciso lembrar a amplitude dos efeitos de tal investida sobre a sociedade como um todo. Nesta batalha, eis algumas das armas que mais têm causado prejuízo e destruição:

- a promoção de uma conduta desregrada, diante da qual a mera referência a limites, princípios e padrões é tida como retrógrada e tachada como tabu.
- o afrouxamento no estabelecimento e na observância de valores éticos e morais, inclusive (ou a começar) na educação doméstica;
- a negligência dos pais na formação dos seus filhos, quer por comodismo, por egoísmo, por priorização da busca de bens materiais, ou mesmo por se curvarem diante do discurso (politicamente correto) de que filho não deve ser castigado, mas somente tratado com diálogo (como se criança já nascesse com a capacidade de compreender todos os ensinos e motivações dos pais). Deixa-se à vida (ou à polícia) a tarefa de algum dia ensinar-lhes limites.
- a desvalorização dos relacionamentos, seja conjugal, fraternal ou paternal/maternal, gerando uma sociedade marcada por cônjuges descomprometidos um com o outro, pais descomprometidos com os filhos (e vice-versa) e famílias transformadas em agrupamentos de pessoas (quando ainda agrupadas), sem vínculos afetivos e sem cooperação mútua;
- a pressão escandalosa da mídia (mormente a televisiva) na promoção de comportamentos caracterizados pelo sexo fora do casamento, pelo adultério, pelo homossexualismo, pelo total descompromisso nos relacionamentos. Esta pressão se dá pela reiterada exposição desses comportamentos de tal forma que se tornem gradativamente mais aceitáveis, pela apologia aberta aos mesmos, e pela depreciação e ridicularização daqueles que tentam defender os valores e princípios morais que se contrapõem a estas propostas de conduta.

A lista poderia se estender muito mais. E nem é preciso ser um profundo conhecedor das Escrituras para perceber que tudo isto contraria a Palavra de Deus e conduz nossa sociedade numa rota de autodestruição (aliás, contra fatos não há argumentos).

Resta-nos o desafio de, teimosamente, resplandecer como astros, em meio a uma geração corrompida e perversa (Filipenses 2.15).

Por Angelo Manassés ⋅ maio 7, 2010
* Ney Ladeia
pastor da Igreja Batista da Capunga
e atual presidente da Convenção Batista de Pernambuco

segunda-feira, 7 de junho de 2010

CURADOS DA CEGUEIRA


Jo.9:1-11;35-41

A maior parte dos problemas que o mundo vive hoje tem sua raiz na cegueira.
João nos diz que o problema do homem era a cegueira física. Mas também é uma ilustração de uma pessoa sem Cristo.
Todas as pessoas são cegas de nascença, todas as pessoas nascem sem a vida de Deus e por tanto sem luz.
Você não precisa ser um criminoso perverso para estar perdido. Jo.3:3
Jesus veio a este mundo trazer luz. Jo.1:4-5; Jo.8:12 Jo.12:46. Neste texto de Jo.9 Jesus afirma: eu sou á luz do mundo. Ele estava lidando com um cego de nascença, mas ao mesmo tempo lhe dando com a cegueira espiritual.
A visão espiritual é um milagre do céu. Isto significa que aquele que vê espiritualmente experimentou um grande milagre. E é exatamente aqui onde a vida espiritual começa, no VER.
Precisamos da mesma declaração daquele cego: uma coisa eu sei antes eu era cego mas agora, EU VEJO!
Carecemos de homens que enxergam. Aqui esta toda a diferença! Não são homens que leram, que estudaram e prepararam, mas homens que viram. Se é pecador eu não sei, mas eu era cego e agora vejo. A menos que o Senhor mostre, revele, ou faça algo novo, nada acontece. Jo.9:35-41. IICo.4:3-6 – toda a intenção do inferno é a tentativa de nos manter cegos. At.26:18. Mc.10:49-51 – simboliza as pessoas que viram mas perderam a visão. Viram e seguiram, mas perderam a visão espiritual que uma vez possuíram e agora estão cegos. E pior, com um fator adicional: eles pensam que vêem e estão cegos para a sua própria cegueira. Está foi á tragédia de Laodicéia. Ap.3:1
Perder a visão espiritual é perder a vida espiritual, isso produz a situação de Laodicéia. Qual era o problema? Nem és quente nem frio, vomitar-te-ei da minha boca. O que está por traz disso? Desceu do lugar celestial e desceu para a terra. Isso é religiosidade. Perder a visão é perder a vida espiritual.
O que nos faz perder a visão espiritual?
Nm.22:21-33 – Balaão foi cegado pelo lucro; ou pela possibilidade de lucro. Jd.11. Alguns ficam tomados com a questão do ganho e da perda – isso os torna cegos para Deus, seus sonhos e seus projetos. Cegos para as coisas espirituais.
O grande PERIGO: O que tem influencia sobre você? Isso afetará a sua visão.
As perguntas de Balaão: o que eu vou ganhar ou perder com isso? Quanto isso me custará?
É neste momento que as trevas podem tomar posse do nosso coração e ai seguiremos o caminho de Balaão.
Que o Senhor use de misericórdia para conosco e nos ilumine em nome do Senhor Jesus.
Pr. Aldo Anselmo Gallo
Comunidade Vida - São Paulo

terça-feira, 1 de junho de 2010

Jesus Cristo Mudou Meu Viver

FUJA DE QUEM DESPREZA A PALAVRA




"Encontre-se com o homem a ursa à qual roubaram os filhos, mas não o louco na sua estultícia" (Provérbios 17.12).
É loucura descrer da Palavra de Deus. Melhor é estar frente a frente com a ursa que teve os filhotes roubados. A pessoa que abre o coração para o diabo pode fazer qualquer mal a você, portanto, fuja dos que desprezam a Verdade e aceite o conselho bom.
Quando um indivíduo decide descrer da Palavra de Deus, ele se deixa possuir pela pior loucura que o inferno já produziu e passa a ser alguém de alta periculosidade em todos os sentidos. Ele fica cego para a Verdade, começa a ser controlado pelas forças diabólicas e, por isso, não é bom ficar diante dele, pois o diabo poderá usá-lo em suas mais sujas operações. Somente o temor à Palavra do Senhor dá ao homem juízo sadio (Salmo 111.10; Provérbios 1.7).
Coitado de quem, sem o poder de Deus, coloca-se diante dessa pessoa, pois o amor, a consideração e outras virtudes que são comuns ao homem normal não são encontrados nos loucos. Eles nem pensam duas vezes em fazer o mal. As Escrituras declaram que é preferível encontrar uma ursa de quem foram subtraídos os filhotes a estar diante dos loucos. No entanto, os servos de Deus devem estar conscientes de que receberam poder ao serem batizados no Espírito Santo para libertarem esses infelizes. Na verdade, nós, servos do Altíssimo, somos os únicos com poder para livrar essas pobres e infelizes vidas.
A pior coisa que uma pessoa pode fazer é abrir o coração para o inimigo. O diabo usa os que se dão a ele das mais diversas e perdidas maneiras. Os loucos não têm vontade própria, pois são dominados e dirigidos pelo gênio do mal. Agora, quem se oferece a Deus para libertar esse tipo de gente consegue a maior glória que alguém poderia desfrutar. Como membros do Corpo de Cristo, estamos autorizados e armados para a batalha que liberta essas pessoas. Não tema o que o inimigo aparentemente possa fazer, pois você pode tudo desde que o Senhor o esteja fortalecendo (Filipenses 4.13).
É bom manter uma distância daqueles que desprezam a Verdade, mas precisamos anunciar-lhes a mensagem libertadora do Evangelho, sem mantermos comunhão com eles. Observar, analisar e presenciar o que eles fazem podem contaminar até os mais santos. Não é necessário conhecermos as profundezas de Satanás, basta ter ciência do que o Senhor nos dá.
Atenção aos conselhos de Deus! Ele não fala nada por acaso nem nos adverte à toa. O inimigo é pernicioso, astuto e está sempre em batalha para destruir aqueles que não são fiéis ao Senhor. Já o Pai protege todos os que dão à Sua Palavra o respeito e atenção devida, e guarda os que são dEle (2 Timóteo 2.19; 2 Tessalonicenses 3.3).
Em Cristo, com amor,(Transcrito) Pr. Alberto de Almeida

quarta-feira, 26 de maio de 2010

As sete igrejas


Apocalipse 2.1-3.22

O numeral sete tem na Bíblia geralmente o significado de totalidade, perfeição, completude.

Aqui Jesus revela a João a totalidade da realidade do desenvolvimento da igreja de cristã na história.

O significado dos nomes das igrejas determinam a realidade espiritual e social do seu tempo. Vamos quão sugestivos são esses nomes e contextos de cada igreja citada por Jesus.

Éfeso significa “desejo” ou “relaxamento”, que mostra que eles deixaram o primeiro amor.
Esmirna é originada da palavra “mirra”, a qual significa “amargo”, mostra o período que a igreja sofreu as peserguições de Roma.
Pérgamo tem signifcado de “torre alta”, representando a igreja com posição e poder mundanos, seguindo o imperador romano Constantino, apos este ter acaitado o cristianismo e feio dele a religião oficial do império.
Tiatira tem significado de “sacrifício infatígável”, cujo período se encaixa perfeitamente no surgimento do sistema católico romano de sacerdócio especial, adoração de ídolos. Considerada a época mais negra e corrupta da igreja “Idade das Trevas”.
Sardes significa “reavivamento” ou “restauração”, um indício de fatos que ocorreram no tempo da Reforma Protestante, apesar de a condição espiritual ainda ser fraca.
Filadelfia tem o significado de “amor fraternal”, a qual teve sua manifestação em torno de cento e cinquenta anos atrás quando ocorreu ocorreu certa restauração da igreja quando muitos irmãos uniram-se em amor, mantendo-se fiéis as verdades bíblicas (restauração, grupos familiares, comunhão entre igrejas).
Laodicéia sugere significado de “opinião do povo”, e com isso se aplica apropriadamente à condição da igreja hoje, humanista.


A Igreja de Laodicéia – sinal da falsa igreja do século XXI
(Apocalipse 3:14-22)

"Estou absolutamente convencido de que a falta de sentido não advém de sermos molestados pela dor. A falta de sentido vem de sermos molestados pelo prazer. E é por isso que estamos desprovidos de sentido em uma terra de tantas coisas". Ravi Zacharias

Não há dúvida de que vivemos nosso melhor momento. Nunca, na história do cristianismo, houve tantas conversões, tantas igrejas e tanto dinheiro para apoiar o empreendimento evangelizador. Construções de grandes templos, livros, cds, bandas, astros da televisão nas igrejas, programas evangélicos na TV, todos os dias.

Assim era a igreja em Laodicéia. Rica, muita rica, porém cega, muito cega.
"Ricos somos, e estamos enriquecidos, e de nada temos falta!"

Jesus viu aquela igreja de maneira diferente: leia Ap. 3:17 ("e não sabes que és um desgraçado, miseravél, pobre, cego e nu...")

Uma igreja mundana vê o sucesso diferente de Jesus. A primeira vê o sucesso exterior e suas armadilhas - edificios grandes contas bancarias lucrativas e multidões de seguidores predispostos a idolatria. Jesus vê o caminho extreito para a cruz e as qualidades interiores de uma vida piedosa, de humildade e devoção real por suprir as necessidades dos outros.

Como a Igreja de hoje parece com a Igreja de Laodicéia, criamos um evangelho para nossa cultura, tudo do nosso jeito, sempre negligenciando os principios bíblicos.

A Carta à Igreja em Laodicéia
O vale de Lico, na Ásia Menor, tinha três cidades principais: Colossos, conhecida por suas fontes de água fria, Hierápolis, conhecida por suas fontes de águas termais, e Laodicéia, conhecida por sua igreja morna, que causou enjôo no seu Senhor, Jesus Cristo.

A igreja em Laodicéia (14): A igreja em Laodicéia é citada no Apocalipse (aqui e em 1:11) e na carta de Paulo aos colossenses (4:13-16). As cidades de Laodicéia, Colossos e Hierápolis (veja Colossenses 4:13) ficavam no vale do rio Lico. Laodicéia situava-se no local da cidade moderna de Denizli, Turquia, no cruzamento de estradas principais da Ásia Menor. Antigamente, a água da cidade vinha via aquedutos das fontes termais ao sul da cidade. Até chegar em Laodicéia, a água ficava morna. A qualidade dela não era boa, e a cidade ganhou a reputação de ter água não potável. Ao engolir esta água, muitas pessoas vomitavam. Semelhantemente, Jesus sentiu vontade de vomitar de sua boca a igreja de Laodicéia (3:15-16).

O nome Laodicéia vem de duas palavras gregas:“laos” – leigos, povo e “diceia” – opinião, costume, que significa ”POVO REINANTE: era uma IGREJA ARROGANTE, governada pelos seus membros.
A cidade de Laodicéia era um centro comercial importante. Foi conhecida como um centro bancário (3:17-18), famosa por causa da sua linda lã negra(3:18), que era tecida e usada para fazer roupas finas e caras. Havia também uma escola de medicina ligada ao templo de Esculápio, cujos médicos preparavam um pó frígio famoso para a cura de infecções oculares, usado em forma de colírio(3:19). Seus moradores, entre os quais havia uma grande colônia judia, haviam reunido consideráveis fortunas, e se orgulhavam de sua cidade que se tornara também em um grande centro financeiro. Seu grande problema era o suprimento de água: suas próprias fontes produziam água geralmente muito quente e poluída, que não se podia beber; construíram então canais de pedra para trazer água da cidade vizinha, Heliópolis, mas a água chegava ainda morna, tendo que ser esfriada antes de se poder beber.

Conheço as tuas obras (15): Como fez com todas as igrejas destes dois capítulos, Jesus expressa o seu conhecimento íntimo da igreja em Laodicéia. Ele anda no meio dos candeeiros (1:13,20; 2:1).

Que nem és frio nem quente. Quem dera fosses frio ou quente! (15): As águas termais de Hierápolis ajudavam no tratamento de alguns problemas de saúde. As águas frias de Colossos eram boas para beber. Mas as águas das fonte mornas de Laodicéia basicamente não serviam para nada; só davam ânsia de vômito aos viajantes sedentos!

Assim...estou a ponto de vomitar-te da minha boca (16): Jesus olhou para a igreja de Laodicéia, contente no seu estado de auto-suficiência e falsa confiança, e sentiu vontade de expulsá-la de sua presença.

Pois dizes (17): As afirmações da própria igreja de Laodicéia não refletiam o verdadeiro estado dela. É fácil dizer que está tudo bem na vida espiritual de uma igreja ou de uma pessoa, mas Jesus sabe a verdade. Ele vê as obras e sonda os corações. A igreja de Laodicéia mentia para si mesma, mas Jesus não foi enganado!

Estou rico e abastado e não preciso de coisa alguma, e nem sabes que tu és infeliz, sim, miserável, pobre, cego e nu (17): O orgulho dos discípulos de Laodicéia os cegou ao ponto de não enxergarem os seus problemas. Eles se achavam fortes e independentes, mas Jesus viu o estado real de uma igreja fraca, cega e infrutífera. A cidade de Laodicéia sofreu um terremoto em 60 d.C. e foi reedificada com recursos próprios, sem auxílio do governo romano. Parece que a igreja sentia a mesma atitude de auto-suficiência, perigosíssima num rebanho de ovelhas que precisa seguir o seu Bom Pastor! Numa cidade conhecida por tratamentos de olhos, a igreja se tornou cega e não procurou o tratamento do Grande Médico. Precisavam da humildade dos publicanos e pecadores (Lucas 5:31-32). Numa cidade que produzia roupas de lã, a igreja andava nua, sem a vestimenta de justiça oferecida por seu Senhor (2 Coríntios 5:3; Colossenses 3:9-10).

Aconselho-te (18): Jesus não elogiou a igreja em Laodicéia, mas ofereceu conselho para guiá-la de volta à comunhão íntima com ele. Sugeriu três coisas necessárias para a igreja:

1. Comprar de Cristo ouro refinado. A verdadeira riqueza é espiritual, e vem exclusivamente de Deus. Ele oferece o ouro puro, refinado pelo fogo.

2. Comprar do Senhor vestiduras brancas. É Deus quem lava os nossos pecados e nos veste de pureza e de atos de justiça (3:4; 19:8).

3. Comprar de Jesus colírio para os olhos. Somente Jesus pode curar a cegueira espiritual que aflige os orgulhosos e auto-suficientes. Foi exatamente o mesmo problema que Jesus criticou nos fariseus (Mateus 15:14; 23:25-26). É o mesmo problema de qualquer um que esquece da importância do sacrifício de Jesus e começa a confiar em si mesmo (2 Pedro 1:9).

Eu repreendo e disciplino a quantos amo (19): A correção que vem de Deus é uma manifestação do seu amor (Hebreus 12:4-11). Quando Deus nos corrige, devemos aceitar a disciplina como ele deseja, para o nosso próprio bem. Ele quer nos conduzir ao arrependimento e à plena comunhão com ele. A disciplina aplicada pelos servos de Deus deve, também, ser motivada pelo amor (Hebreus 12:12-13). Esta atitude deve guiar os pais que corrigem os seus filhos (Provérbios 13:24), e os cristãos que corrigem os seus irmãos na fé (Tiago 5:19-20; 2 Coríntios 2:5-8).

Sê, pois, zeloso e arrepende-te (19): A solução ao problema dos discípulos em Laodicéia não seria meramente algumas mudanças externas. Precisavam do zelo para com Deus para se arrependerem.

Eis que estou à porta e bato (20): Jesus pôs uma porta aberta diante da igreja de Filadélfia (3:7), mas a igreja de Laodicéia colocou uma porta fechada diante de Jesus! Ele bate, mas não força ninguém a abrir a porta. Ele chama, mas depende dos ouvintes atender à voz dele. Este versículo reforça o entendimento do livre arbítrio do homem. Jesus oferece a salvação a todos, mas cada pessoa toma a sua própria decisão.

Entrarei ... e cearei (20): Ambas as figuras, aqui, representam a comunhão com Cristo. Ele entra na casa e habita naqueles que obedecem a palavra dele (João 14:23). Cear com alguém sugere uma relação especial de estar de acordo ou em comunhão (1 Coríntios 10:21; 5:11). É um privilégio especial comer à mesa do rei (2 Samuel 19:28). Não há privilégio maior do que a bênção de cear com o Rei dos reis!

Ao vencedor, dar-lhe-ei sentar-se comigo no meu trono (21): Os vencedores terão o privilégio de reinar com Cristo (veja 2:26-27; 20:4). Tal honra não seria para os orgulhosos e auto-suficientes, mas para os humildes e obedientes. Jesus foi obediente ao Pai aqui na terra para ser exaltado ao lado dele no céu (Filipenses 2:8-9). Somente os obedientes serão exaltados com Cristo.

Quem tem ouvidos... (22): Jesus bate e chama. Cabe ao homem ouvir e atender a sua voz!

Na carta à igreja em Laodicéia, Jesus não citou nenhuma doutrina errada e nenhum pecado de imoralidade. Ele não condenou a igreja por práticas idólatras. Esta igreja, que se achava rica e forte, foi criticada por seu orgulho e auto-suficiência. Exaltou-se, ao invés de se humilhar diante do Senhor dos senhores. Grande parte da “igreja” atual manifesta o espirito de Laodicéia, onde Jesus, sua obra de salvação executada na cruz do Calvário, a santidade, e o governo de Cristo como Cabeça da igreja esta do lado de fora batendo na porta, e ela continua fazendo ‘sua’ obra sem necessitar da presença e govero de Cristo. Misericórdia! Ora vem Senhor Jesus!
adaptado, Douglas A. Bataglião

sábado, 1 de maio de 2010

A família no tempo em que vivemos

Estamos vivendo tempos difíceis para as famílias cristãs. Todas as estruturas da sociedade do século 21 estão baseadas no paradigma mais comentado e utilizado nos discursos, textos, temas estudos que é o vocábulo “desconstrução”, ideia amplamente difundido pelos pensadores Jacques Derrida; Félix Guattari; Gilles Deleuze e Marshall McLuhan: que é contrário ao conceito do “estruturalismo” de Leví Strauss. O Estruturalimo que propomos é aquele baseado nos valores que encontramos na Bíblia Sagrada.
Esse princípio da “desconstrução” tem determinado a formação de pensamento e estabelecimento de quase tudo em nosso tempo, como, em nosso caso permeando a “desconstrução” dos valores judaico-cristãos que formaram a base da sociedade ocidental, os quais incluem a formação do estado, da economia, da educação, da religião, da cultura da família e todos os pilares que a formaram.
O maior e mais preocupante abalo que estamos sofrendo com esta transformação, verificamos na “célula mater” da sociedade que é a família. A “desconstrução” dos valores da família tradicional formada por Deus, com base nas Escrituras Sagradas, tem sofrido a influência deste modo de pensar de maneira catastrófica. Todas as estruturas de comunicação tem sido instrumento da massificação dessa “desconstrução” da família propondo a aceitação da “nova família”, que se manifesta em família de pais que tiverem vários casamentos, com o ajuntamento de “meios filhos” (enteados) de onde o marido da mãe(“tio”, padrasto) ou a esposa do pai(a “tia”, madrasta), tem causado desastres incontáveis nas crianças que nestes lares são criadas. Também temos a “nova família” onde na casa tem “duas mães”, ou “dois pais”, gerando almas sem identidade definida por masculino ou feminino, com suas consequências destruidoras da formação de personalidades indefinidas. Existem também a família onde os pais tem casas separadas e podem relacionar-se, exporadicamente, com um terceiro parceiro casual, alegando que isto fortalece a relação, quando assim agem só estão pensando em sí mesmos, sem considerar a insegurança que estão imprimindo nas pequenas criaturas que vivem no meio dessas “casas edificadas na areia”.
Deus estabeleceu a família segundo seus princípios eternos e para seu propósito específico de ter a sua própria família de filhos santos como o primogênito, Jesus Cristo (Gn 1.27, Rm 8.29).
Diante disso o que precisamos fazer nesta era da “desconstrução” é tirar os olhos do que vemos e fixar no que cremos, continuando a trabalhar por nossas casas, segundo os princípios da Palavra de Deus e esperar com paciência, até que a promessa de Deus sobre nossas famílias se cumpram. Leia estas palavras de Robert J. Tamasy sobre esperança que devemos continuar a ter em Deus e seus propósitos: “A Bíblia fala muito sobre esperança em termos de segura e confiante expectativa. Quando nosso mundo parece abalado em seus fundamentos, ela declara:“Portanto, já que estamos recebendo um Reino inabalável, sejamos agradecidos e, assim, adoremos a Deus de modo aceitável, com reverência e temor, pois o nosso Deus é fogo consumidor!” (Hebreus 12.28-29).
Recordo as vívidas imagens de TV exibindo mansões de luxo em chamas depois que um terremoto atingiu Califórnia anos atrás. Os que ali viviam ficaram arrasados, vendo suas casas e bens pessoais serem consumidos. Se a “esperança” deles estivesse depositada apenas em bens materiais, seria compreensível que se sentissem desesperados, porque esses bens podem ser perdidos num piscar de olhos. Mas se estiver firmada no que é Eterno e não no que é passageiro o fundamento permanecerá seguro.
Esperança confiante. Ela deve estar firmada na fé, na confiança em Deus e em Suas promessas para todos quantos O servem e O seguem. “Ora, a fé é a certeza daquilo que esperamos e a prova das coisas que não vemos” (Hebreus 11.1).
Esperança paciente. O objeto de nossa esperança pode não chegar tão rápido quanto queríamos. Paciência é elemento importante da esperança. Baseia-se no caráter de Deus e em Seu ativo envolvimento em cada aspecto de nossa vida. “Pois nessa esperança fomos salvos. Mas, esperança que se vê não é esperança. Quem espera por aquilo que está vendo? Mas se esperamos o que ainda não vemos, aguardamo-lo pacientemente” (Romanos 8.24-25).
Esperança com expectativa. Os seguidores de Cristo no mundo profissional e de negócios anseiam pela Sua volta. Enquanto isso, devemos ser fiéis no cumprimento do chamado que Ele fez a cada um de nós, no ambiente de trabalho e em nossos lares. “Enquanto aguardamos a bendita esperança: a gloriosa manifestação de nosso grande Deus e Salvador, Jesus Cristo” (Tito 2.13).”.
Por isso que neste mês de maio, continuareamos a pregar, ensinar e crer nos princípios eternos da Palavra de Deus para a edificação de sua família. Que o Senhor continue a edificar e abençoar a sua família. Douglas Bataglião

quinta-feira, 29 de abril de 2010

A BEM AVENTURANÇAS XX

Não Matarás (Mt 5.21-26) “21Ouvistes que foi dito aos antigos: Não matarás; e: Quem matar estará sujeito a julgamento. 22 Eu, porém, vos digo que todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento; e quem proferir um insulto a seu irmão estará sujeito a julgamento do tribunal; e quem lhe chamar: Tolo, estará sujeito ao inferno de fogo. 23 Se, pois, ao trazeres ao altar a tua oferta, ali te lembrares de que teu irmão tem alguma coisa contra ti, 24 deixa perante o altar a tua oferta, vai primeiro reconciliar-te com teu irmão; e, então, voltando, faze a tua oferta. 25 Entra em acordo sem demora com o teu adversário, enquanto estás com ele a caminho, para que o adversário não te entregue ao juiz, o juiz, ao oficial de justiça, e sejas recolhido à prisão. 26 Em verdade te digo que não sairás dali, enquanto não pagares o último centavo.” Nestes versos temos o primeiro dos seis exemplos que Jesus apresenta sobre a sua interpretação da Lei, em contraposição aos ensinamentos e interpretação dos escribas e fariseus, Jesus apresenta seis contrastes, cada um introduzido mediante a fórmula que diz: “Ouvistes o que foi dito aos antigos…Eu, porém, vos digo…” Versos 21; 27; 31; 33; 38; 43. É desta maneira que devemos interpretar Mateus 5, e quase todo o Sermão do Monte. Toda essa porção esta associada, atrelada ao verso 20 que declara – “Porque vos digo que, se a vossa justiça não exceder em muito a dos escribas e fariseus, jamais entrareis no reino dos céus.”. O contraste que Jesus faz não é entre a Lei de Moisés e seu ensino, mas o entre a falsa interpretação da Lei de Moisés, pelos escribas e fariseus, e a apresentação autêntica da Lei, por aquele que foi o próprio autor da Lei, Jesus Cristo-(Jeová Elohin). Lembre o apóstolo Paulo em Romanos 7, onde declara que no passado pensara estar observando a Lei. Até que percebeu o verdadeiro espírito da Lei. Neste primeiro trecho temos uma perfeita interpretação que os escribas e fariseus faziam com a Lei. Verso 21 “Ouvistes que foi dito aos antigos: Não matarás; e: Quem matar estará sujeito a julgamento”. Nâo matarás é um do Dez Mandamentos, mas percebamos que “não matarás” (Dt 5.17) é o mandamento e a parte “quem matar estará sujeito a julgamento” que se encontra em Números 35.30-31, é um acréscimo do escribas e fariseus, que juntavam essas duas passagens de tal modo que reduziam o sentido real desse mandamento. Como se o mandamento “não matarás” envolvesse apenas um caso de assassinato, que redundasse na morte física de alguém. O segundo erro dos escribas e fariseus era o de reduzir a punição do transgressor desta lei a um assunto da esfera dos magistrados civis, das cortes humanas. O juizo desta transgressão seria feito por um tribunal terreno, despindo assim, o verdadeiro sentido, o princípio da Lei. Eles nunca mencionavam o juizo divino. Temos a tendência a isto também, lembrem a estória do jovem rico (Mt 19.16-22), que achava que cumpria os mandamentos, mas estava errado quanto aos princípios da Lei. Jesus retrucou esse ensino errado dos escribas e fariseus e ensina corretamente como devemos interpretar o mandamento de “não matarás”. No verso 22, o Senhor explica – “Eu, porém, vos digo que todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento”, Jesus não estava falando do homicídio físico, mas do homicídio causado pela ira sem motivo, guardada no coração. Odiar, nutrir ressentimentos contra outra pessoa é o mesmo que cometer um homicídio. A ira guardada no coração contra qualquer pessoa, especialmente aos irmãos da fé, é repreensível diante de Deus, é homicídio. Este é o significado real da Lei “não matarás”, diz Jesus. Isto não é tudo, Jesus ainda diz que nunca devemos ser culpados de expressões que manifestem desprezo – “e quem proferir um insulto a seu irmão estará sujeito a julgamento do tribunal, e quem lhe chamar: Tolo, estará sujeito ao inferno de fogo.”. O desprezo é um sentimento de zombaria ou escárnio, é a atitude que acaba impelindo uma pessoa chegar a cometer um suicídio. Muitas vezes temos assasinado uns aos outros, em nossos corações, nas nossas mentes e com nossos comentários. Não é verdade? Jesus então ensina o que devemos fazer, qual deve ser a atitude do verdadeiro cristão – “Se, pois, ao trazeres ao altar a tua oferta, ali te lembrares de que teu irmão tem alguma coisa contra ti, deixa perante o altar a tua oferta, vai primeiro reconciliar-te com teu irmão; e, então, voltando, faze a tua oferta.”. Devemos tomar o cuiddo de não tentarmos fazer expiação por nossa pecado, equilibrando o mal com o bem. É o perigo de fazermos sacrifícios litúrgicos na tentativa de encobrir alguma falha moral. Deus não aceita tal manobra. É necessário que eu acerte a situação com meu irmão. Sómente depois poderei retornar e oferecer meu sacrifício. Essas são as condições impostas: arrependimento e confissão de pecado, independente de tudo quanto pudermos fazer. Confiados na graça oferecida por Cristo na cruz do Calvário. Chegue a um acordo imediato com o seu adversário e não seja mais um assassino. Douglas Bataglião,07/04/2010

terça-feira, 27 de abril de 2010

Globo sai em defesa da lei da Mordaça Gay

Por Angelo Manassés ⋅ abril 22, 2010

Por Julio Severo
Propaganda jornalística da Globo martela, de novo, lei anti-“homofobia” como proteção aos homossexuais

No dia 15 de abril, o Jornal Hoje tocou no assunto do PLC 122, na tentativa de dar uma mão (ou pata) para a ditatorial lei anti-“homofobia” passar.

O jornalismo da Globo, numa verdadeira atitude de preconceito, arrogância e discriminação contra os fatos, apresentou o PLC 122 apenas como uma lei que protege os homossexuais contra o preconceito, frisando o tempo inteiro o PLC 122 apenas como uma lei supostamente benigna que combate crimes contra os homossexuais.

Em nenhum momento, a Globo revelou o fato de que o PLC 122 é uma grave ameaça aos cidadãos brasileiros, instituindo pela primeira vez na História do Brasil o delito de opinião, tornando crime a expressão de toda e qualquer opinião moral, filosófica, científica ou religiosa contrária ao homossexualismo.

Para assistir ao vídeo inédito preparado pelo Blog Julio Severo expondo o jornalismo tendencioso da Globo, siga este link: http://www.youtube.com/watch?v=tO5-fSh0Mog

O que a Globo fez é perfeitamente natural. Para quem há anos defende o adultério, a prostituição (todo relacionamento sexual fora da aliança conjugal), o homossexualismo, a bruxaria e outras perversões em sua programação, seria de surpreender ver a Globo agora fazendo um “jornalismo imparcial” sobre o PLC 122?

A Globo já está fazendo sua parte para aprovar o PLC 122.

Faça agora a sua parte para enfraquecer a propaganda global que defende a ditadura gay mascarada de lei de “proteção aos homossexuais”.

Escreva agora mesmo aos senadores pedindo a rejeição do PLC 122/2006, o projeto da ditadura gay. Para ver a lista completa de emails dos senadores, siga este link: http://juliosevero.blogspot.com/2009/04/cientista-medica-escreve-aos-senadores.html

Ligue agora mesmo aos senadores pedindo a rejeição do PLC 122/2006, o projeto da ditadura gay, pelo telefone gratuito do Senado: 0800-612211

Divulgue esta mensagem para todos os seus amigos, especialmente aos pastores, padres e outros líderes.

E persista na rejeição da ditadura gay. Periodicamente, mande e-mail’s para os senadores do se estado.

sexta-feira, 16 de abril de 2010

A Intolerância dos Tolerantes

- de Ricardo Gondim
Há algum tempo recebi o convite para participar de um programa de debates, recém iniciado pela MTV onde abordariam a questão do homossexualismo. Aceitei com certa hesitação. Minha paixão pela polêmica me impediu de dizer não. Nos bastidores, antes de ir ao ar, percebi que seria minoria mais uma vez (embora seja pentecostal e corintiano). Sentei-me a mesa, rodeado por um drag queen e uma ativa militante do movimento lésbico. Mal o programa começou e já se percebia claramente que ele visava uma apologia do homossexualismo (ou homossexualidade como querem os politicamente corretos). Cada um dos mais de quinze painelistas se revezava em defender a prática homossexual como uma questão de preferência e não de ética. Finalmente a apresentadora do programa perguntou minha opinião.
Pausadamente, procurando me esquivar da pecha de fundamentalista e homofóbico expus o que penso ser um consenso do pensamento evangélico; "Cremos em um Deus criador e preservador de todo o universo. Ele, além de possuir pessoalidade, preocupa-se com a felicidade de toda a sua criação. Dele provém uma lei moral que fornece os parâmetros do comportamento humano e, por ser exterior a nós , não se molda às nossas preferências". “De acordo com essa lei” continuei com o mesmo tom de voz, "nós evangélicos, entendemos o homossexualismo como um pecado, uma perversão moral". Bastaram essas palavras. O tempo fechou. Quase todos ao redor da mesa falavam, cada qual subindo um pouco seu tom de voz. Alguns, descontrolados proferiam palavrões. Sarcasticamente, confesso, perguntei: "Afinal de contas este espaço não é plural? Por que não posso manifestar meu ponte de vista assim corno os senhores expõem os seus? Se vocês pregam a tolerância, por que tanta intolerância ao meu ponto de vista?" Meu sarcasmo não deu resultado. Cada vez que tentei falar, me abafavam aos gritos.
Modernidade
A modernidade sempre se gabou de respeitar os diferentes, Voltaire, arauto do lluminismo, dizia “Devemos tolerar-nos mutuamente porque somos todos fracos, inconseqüentes, sujeitos à mutabilidade ao erro. Um caniço vergado pelo vento sobre a lama porventura diria ao caniço vizinho vergado em sentido contrário ‘Rasteja a meu modo miserável ou farei um requerimento para que te arranquem e te queimem?’” Por que mesmo anunciando o respeito à opinião do outro, a Modernidade patrocinou as guilhotinas da Revolução Francesa? Por que o estado marxista promoveu o expurgo de Stalin? Por que na Alemanha, berço dos grandes filósofos e teólogos aconteceu o Holocausto? Se a modernidade é tão tolerante com o diferente, por que tanta intolerância?
Entendamos um pouco da Modernidade. Primeiro, ela valoriza o método. A tolerância para com a razão, para a prova "irrefutável", tornou-se desnecessária. André Comte-Sponville afirma “Quando a verdade é conhecida com certeza, a tolerância não tem objeto”. Ele e todos os filósofos da modernidade crêem que os cientistas necessitam não de tolerância, mas de liberdade. Os fatos, provenientes da observação empírica impõem-se. Refutá-los é negar a razão. Como a ciência não depende de opiniões, ela não necessita de tolerância mas de espaço. Depois, a Modernidade também é naturalista. Só trabalha com um sistema fechado. Matéria, energia, tempo e chance são as únicas variáveis consideradas. Portanto, a verdade está contida somente a esses elementos. Como filosofar é pensar sem provas, e provar faz parte do paradigma da Modernidade a filosofia (também a teologia) é tolerada, desde que obedeça as regras da abordagem científica e naturalista. Nesse sistema, somente os céticos ao transcendente como Hume e Bultmann recebem qualquer reconhecimento. O resto é descartado como irrelevante. Por último a Modernidade é universalista. Aceita que seus achados transcendem ao tempo e ao espaço. Devido a essa visão é que a Modernidade, de acordo com D. A, Carson adotou a dialética marxista da história, a teoria Helegiana do espírito universal, a visão pós-iluminista do progresso e a teologia liberal que aceita como factível apenas o que é julgado racional e “científico”. Aqueles que se recusam à ditadura da Modernidade, são imediatamente rotulados: medievais, supersticiosos, reacionários. A tolerância da Modernidade se restringe aos limites impostos por ela; quem fugir deles percebe rapidamente sua intransigência Mas, voltemos ao programa da MTV.
Entendendo a Intolerância
Por que tanta intolerância à ética judeu-cristã? Por que tanto incômoda à cosmovisão religiosa? O problema reside nos pressupostos transcendentais. O cristianismo baseia-se na revelação de uma lei moral, outorgada por um Deus que não pode ser definido como parte de minha humanidade (humanismo), reduzido a uma energia (naturalismo) ou mera projeção mítica (neurose freudiana). A premissa cristã que propõe a Revelação, o conhecimento do transcendente como um valor epistemológico, bate de frente com a Modernidade. O cristão sabe que sabe, por Revelação. Pedro já asseverava no primeiro século; "porque nunca jamais qualquer profecia foi dada por vontade humana; entretanto, homens santos falaram da parte de Deus, movidos pelo Espírito Santo." (2 Pe 1:21). Contrariamente, na Modernidade a verdade religiosa não é factível, é questão de opinião. Nunca ninguém pode estar absolutamente certo sobre os assuntos espirituais. Portanto religião não pode participar do debate público; deve manter-se reduzida à arena dos juízos e dos sentimentos; não é demonstrável nem refutável.
A revelação da lei moral de Deus, caso aceita, obrigaria as pessoas a obedecê-la, acabando com a noção de preferência. A Modernidade propõe que a lei moral seja uma construção humana, restrita à cultura e ao tempo de sua elaboração; caso aceitasse que provém de Deus reconheceria que todos, em todas as épocas, deveriam obedecê-la.
Sponville diz que uma ditadura imposta pela força é um despotismo; se ela se impõe pela ideologia, um totalitarismo. O problema da Modernidade é que, mesmo sem querer, vem se tornando cada dia mais déspota e totalitária. Não somente rechaça os valores da ética cristã, como tenta forçar seus pressupostos como únicas opções válidas, por serem "cientificamente irrefutáveis". O homossexualismo, por exemplo, é hoje discutido como uma questão de mutação do código genético, descartando a moral. Os militantes gays conseguiram manter o debate no nível 'científico', Nessa esfera, basta provar uma alteração nos genes e está tudo resolvido; “O homossexual foi programado, na evolução para agir daquele modo e não há como interferir em suas preferência. Mas o pleito homossexual é pequeno diante das implicações dessa nova ditadura. Carson propõe em seu livro The Gagging of God (O Amordaçar de Deus) que experimentamos uma nova espécie de intolerância. Em sociedades relativamente livres e abertas, a tolerância mais nobre é aquela exercitada para com as pessoas, mesmo quando se discorda de seus pontos de vista. 'Essa robusta tolerância para com as pessoas, mesmo quando há forte desacordo às suas idéias, gera uma medida de civilidade no debate público, mesmo quando a discussão é apaixonada". Para Carson o ocidente vive hoje uma tolerância somente de idéias, não mais das pessoas. As idéias são admitidas, só não se admitem pessoas diferentes (criam-se as tribos); à roda sentam-se sempre os mesmos.
O resultado de se adotar esse novo tipo de tolerância é que há menos discussão dos méritos de idéias conflitantes e menor civilidade. Há menos discussão porque a tolerância de idéias diversas exige que evitemos criticar as pessoas por adotarem aquelas idéias. Assim, a Modernidade vai admitindo excentricidades, loucuras e comportamentos bizarros. Ninguém tem o direito de dizer nada sobre o comportamento de ninguém. Só há problema quando qualquer idéia tenta provar sua superioridade sobre qualquer outra. Imediatamente, o mundo cai. Exclusividade é intolerável na modernidade, principalmente no campo religioso. A palavra proselitismo (na sua concepção técnica) virou palavrão. Cada um na sua. Desde que você não se intrometa com o meu estilo de vida. Ninguém precisa mudar, pois todas as opções religiosas, morais, éticas, filosóficas são válidas, não porque sejam verdadeiras, mas porque todas são igualmente questionáveis. Voltaire dizia; "O que é tolerância? É o apanágio da humanidade. Somos todos feitos de fraquezas e erros; perdoemo-nos reciprocamente nossas tolices, é esta a primeira lei da natureza."
O resultado disso tudo é um mundo cada vez mais inconseqüente quanto à sua ética, cada vez mais secularizado, e cada vez mais intolerante para com a fé cristã, mascarando seu discurso exclusivista e proselitista. Enquanto afirma que não há mais absolutos insiste que está absolutamente certo disso.
Saí do programa da MTV dizendo para mim mesmo; "Incrível como os liberais são fundamentalistas na defesa dos seus posicionamentos. Intolerantes! Não aceitam que seus pontos de vista sejam questionados por outros que pensam diferentemente. Talvez tenham medo de estar errados."

quinta-feira, 15 de abril de 2010

A BEM AVENTURANÇAS XIV

Os Pacificadores - (Mt 5.9) “Bem-aventurados os pacificadores, porque serão chamados filhos de Deus”

Há tempos um historiador político fez uma pesquisa sobre guerras em documentos de até 4.000 a.C. Ele ficou surpreso ao descobrir que em apenas 100 anos não houve conflitos entre os homens ou nações. Hoje em todo tempo e lugares como Europa, Africa, Américas, Ásia, nos mares, continua acontecendo hostilidades sangrentas. Quando eles aprenderão?

Mesmo em nosso país que não está envolvido com conflitos nacionais, temos diariamente presenciado guerras nas cidades entre policias e bandidos, gangues rivais, indios e brancos, fazendeiros com posseiros, conflitos raciais e religiosos, e até entre famílias. A paz em todos os níveis, desde o cenário internacional até nossas vidas pessoais torna-se mais difícil que nunca. E muito se fala e procura-se a paz na terra e organismos internacionais.

Na Bíblia a palavra paz significa mais que uma simples ausência de conflitos. Ela traz uma conotação de saúde e plenitude. No Antigo Testamento dois termos hebraicos semelhantes continham este conceito: shalom (paz) e shalem (saudável ou pleno). A visão de plenitude hebraica interrelaciona todos os elementos da natureza humana com a experiência pessoal. Paz inclui tranquilidade interior, saúde, plenitude, integração com a vida – mesmo em meio a grandes conflitos, problemas ou tribulações.

No Novo Testamento a palavra correspondente grega eirene (paz) aparece cem vezes. Por exemplo, a frase “Vão em Paz”, em Tiago 2.16, significa “Estejam bem”. Na noite anterior à sua morte Jesus disse a seus discípulos – “A minha paz vos dou… Não se turbe o vosso coração, nem se atemorize” (João 14.27). Como no Antigo Testamento, paz tem um significado positivo para a pessoa como um todo em sua convivência interpessoal.

Não é de adimirar que o papel do pacificador seja tão importante para Jesus, que é o Principe da Paz. E o único meio de nos dar esta característica intrínseca de sua natureza. Vejamos Isaías 9.1-17 – “1 Mas para a terra que estava aflita não continuará a obscuridade. Deus, nos primeiros tempos, tornou desprezível a terra de Zebulom e a terra de Naftali; mas, nos últimos, tornará glorioso o caminho do mar, além do Jordão, Galiléia dos gentios. 2 O povo que andava em trevas viu grande luz, e aos que viviam na região da sombra da morte, resplandeceu-lhes a luz. 3 Tens multiplicado este povo, a alegria lhe aumentaste; alegram-se eles diante de ti, como se alegram na ceifa e como exultam quando repartem os despojos. 4 Porque tu quebraste o jugo que pesava sobre eles, a vara que lhes feria os ombros e o cetro do seu opressor, como no dia dos midianitas; 5 porque toda bota com que anda o guerreiro no tumulto da batalha e toda veste revolvida em sangue serão queimadas, servirão de pasto ao fogo. 6 Porque um menino nos nasceu, um filho se nos deu; o governo está sobre os seus ombros; e o seu nome será: Maravilhoso Conselheiro, Deus Forte, Pai da Eternidade, Príncipe da Paz; 7 para que se aumente o seu governo, e venha paz sem fim sobre o trono de Davi e sobre o seu reino, para o estabelecer e o firmar mediante o juízo e a justiça, desde agora e para sempre. O zelo do SENHOR dos Exércitos fará isto.”

O pacificador é aquele que tem em sí o Senhor da Paz(shalom, eirene) vivendo nele e por isso seus conflitos interiores cessam, pois ele fica bem consigo com Deus, e consigo mesmo, tem saúde interior e plenitude(shalem) “Para os perversos, todavia, não há paz, diz o SENHOR.” (Is 48.22).

Ele também é um promotor da paz entre os homens “se possível, quanto depender de vós, tende paz com todos os homens” (Rm 12.18).

Mas também eles tem a plena conciência de que a verdadeira paz entre as nações e os homens só acontecerá quando vier o Principe da Paz reinar sobre a terra no seu reino de justiça e paz “O sétimo anjo tocou a trombeta, e houve no céu grandes vozes, dizendo: O reino do mundo se tornou de nosso Senhor e do seu Cristo, e ele reinará pelos séculos dos séculos. Apocalipse 11:15
“Então, ouvi grande voz do céu, proclamando: Agora, veio a salvação, o poder, o reino do nosso Deus e a autoridade do seu Cristo, pois foi expulso o acusador de nossos irmãos, o mesmo que os acusa de dia e de noite, diante do nosso Deus.” Apocalipse 12:10.

Afirma John Stott – “De onde procedem as guerras? Do homem, do pecado e de Satanás. A discórdia foi introduzida no mundo desta maneira. Porém, este bendito Deus de Paz – digo-o com reverência – não se pôs a “defender a própria dignidade” antes veio realizar entre nós a sua obra benfazeja. Deus estabeleceu a paz. Em seu Filho, Deus se humilhou, a fim de estabelecer a paz. Eis por que os pacificadores são considerados “filhos de Deus”. O que eles fazem é repetir o que Deus já fizera”. Isto aconteceu na cruz do calvário como afirma o apóstolo Paulo – “e que, havendo feito a paz pelo sangue da sua cruz, por meio dele, reconciliasse consigo mesmo todas as coisas, quer sobre a terra, quer nos céus.” Cl 1.20.

Douglas Bataglião,24/02/2010

sábado, 10 de abril de 2010

E-mail para o Apostolo Paulo Amado apóstolo

Estou escrevendo para colocá-lo a par da situação do Evangelho que um dia você ajudou a propagar para nós gentios, e que lhe custou á própria vida. As coisas estão muito difíceis por aqui. Quase tudo o que você escreveu foi esquecido ou deturpado.

Você foi bastante claro ao despedir-se dos irmãos em Éfeso, alertando que depois de sua partida lobos vorazes penetrariam em meio à igreja, e não poupariam o rebanho [1]. Palavras de fato inspiradas, pois isso se concretiza a cada dia.

Lembra-se que você escreveu ao jovem Timóteo, que o amor ao dinheiro era a "raiz de todos os males" [2]? Quero que saiba que suas palavras foram invertidas, e agora se prega que o dinheiro é a "solução" de todos os males.
Também é com tristeza que lhe digo que em nossa época ninguém mais quer ser chamado de pastor, missionário ou evangelista, pois isso é por demais humilde: um bom número almeja levar o título de apóstolo. Sei que em seu tempo, os apóstolos eram "fracos... desprezíveis... espetáculo para os homens... loucos... sem morada certa... injuriados... lixo e escória" [3]. Agora é bem diferente. Trata-se de uma honraria muito grande: acercam-se de serviçais que lhes admiram, quando viajam exigem as melhores hospedarias e são recebidos nos palácios pelos governantes.

Eles não costumam pregar seus textos, pois você fala muito da "Graça" e da "liberdade que temos em Cristo" [4]. Isso não soa bem hoje, pois a Igreja voltou à "teologia da retribuição" da Antiga Aliança (só recebe quem merece), e liberdade é a última coisa que os pastores querem pregar à suas ovelhas.

Você não é bem visto por aqui, pois sempre foi muito humano, sem jamais esconder suas fraquezas: chegou até reconhecer contradições internas, dizendo que não faz o bem que prefere, mas o mal, esse faz [5]. Eles não gostam disso, pois sempre se apresentam inabaláveis e sem espinhos na carne como você. A presença deles é forte, a sua fraca [6], eles são saudáveis, você sofria de alguma coisa nos olhos [7], eles jamais recomendariam a um irmão tomar remédio, como você fez com Timóteo [8], mas aqui eles oram e determinam a cura – coisa que você nunca fez.
Você dizia que por amor de Cristo perdeu "todas as cousas" considerando-as refugo [9]. As coisas mudaram, irmão. Agora cantamos: "Restitui, quero de volta o que é meu!".
Vivo em uma cidade que recebeu o seu nome, e aqui há um apóstolo que após as pregações distribui lencinhos vermelhos encharcados de suor, e as pessoas levam pra casa, como fizeram em Éfeso, imaginando que afastarão enfermidades [10]. Sim, eu sei que você nunca ordenou isso, nem colocou como doutrina para a igreja nas epístolas, mas sabe como é o povo...
Admiro sua coragem por ter expulsado um "espírito adivinhador" daquela jovem [11], embora isso tenha lhe custado, prisão e açoites. Você não se deixou enganar só porque ela acertava o prognóstico. Hoje há uma profusão de pitonisas e prognosticadores no meio do povo de Deus, todavia esses espíritos não são mais expulsos, ao contrário, nos reunimos ansiosos para ouvir o que eles têm a dizer para nós.

Gostaria de ter conhecido os irmãos bereanos que você elogiou. Infelizmente, quase não existem mais igrejas como as de Beréia, que recebam a palavra com avidez e examinem as Escrituras "todos os dias para ver se as coisas são de fato assim"[12].

Tem hora que a gente desanima e se sente fragilizado como Timóteo, o seu companheiro de lutas. Mas que coisa bonita foi quando você o reanimou insistindo para que reavivasse "o dom de Deus" que havia nele [13]. Estou lhe confessando isso, pois atualmente 90% dos pregadores oferecem uma "nova unção" para quem fraqueja. Amo esta sua exortação, pois você ensina que dentro de nós já existe o poder do Espírito, dado de uma vez por todas, e não precisamos buscar nada fora ou nada novo!

Nossos cultos não são mais como em sua época, onde a igreja se reunia na casa de um irmão, havia comunhão, orações, e a palavra explanada era o prato principal... ás coisas mudaram: culto agora é como fosse um show, a fumaça não é mais da nuvem gloriosa da presença de Deus, mas do gelo seco, e o brilho não é mais o da luz de Cristo, mas das luzes dos refletosres, a palavra é só para ensinar como conseguir mais coisas do céu.

O Espírito lhe revelou que nos últimos tempos alguns apostatariam da fé "por obedecerem a espíritos enganadores" [14]. Essa profecia já está se cumprindo cabalmente, e creio que de forma irreversível.
E o que dizer de não agradar a si mesmo, mas procurar o interesse do outro afim que seja edificado [15], hoje é cada um buscando o seu próprio interesse.
Amado apóstolo, sinto ter lhe incomodado em seu merecido descanso eternal, mas eu precisava desabafar. Um dia estaremos todos juntos reunidos com a verdadeira Igreja de Cristo. Maranata!

[1]At.20.23; [2]ITm.6:10; [3]ICo.4:9-13; [4]Gl.2:4; [5]Rm.7:19; [6]IICo.10:10; [7]Gl.4:13-15; [8]ITm.5:23; [9]Fp.3:8; [10]At.19:12; [11]At.17:18; [12]At.17:11; [13]IITm.1:6
[14]ITm.4:1; [15]Rm.15:1-3]

quinta-feira, 8 de abril de 2010

A BEM AVENTURANÇAS XII

(Os Misericordiosos)
Mt 5:7 “Bem-aventurados os misericordiósos, porque ele alcançarão misericórdia”

“Vitor Hugo escreveu um clássico chamado “Os Miseráveis”, seu personagem Jean Valjean, liberto da prisão, não consegue alimento nem abrigo por causa da desconfiança e ódio das pessoas.
Quando bate a porta de um bondoso bispo diz: - meu nome é Jean Valjean, estou em liberdade condicional, já cumpri dezenove anos de prisão, fui libertado há quatro dias. O senhor pode me hospedar, andei a pé 72 km, estou cansado e faminto, tenho dinheiro para pagar, não importa o preço.
O bispo chama sua criada e manda preparar um lugar à mesa para Jean, mas apesar da bondade do bispo, Jean rouba a prataria da casa à noite e foge.
Quando é pego pela polícia e trazido de volta à catedral o bispo o saúda com entusiasmo: – eis ai você, estou muito contente em vê-lo, você esqueceu que e também havia lhe dado os catiçais? Eles são de prata e valem pelo menos 200 francos(ou R$5 mil). O bispo dispensa os policiais, coloca os castiçais na sacola de Valjean e diz: – Não esqueça que você me prometeu usar este dinheiro para se tornar um homem nonesto.
Depois de 24 horas, Valjean encontra-se ajoelhado, convertido não só ao cristianismo, mas como a um estilo de vida honesta”.

A misericórdia tem grande poder sobre a vida das pessoas. Como muitas das outras atitudes e qualidades que Cristo ordenou nas bem-aventuranças – mansidão, pobreza espiritual, pureza de coração.

A misericórdia é frequentemente interpretada como fraqueza, em vez de força. Mas esta “incapacidade” tem o poder de transformar vidas.

John Stott define misericórdia como “compaixão pelas pessoas em necessidade”.

O Comentário “The Expositor” explica que – “misericórdia engloba tanto o perdão para os culpados como a compaixão pelos que sofrem e passam necessidades”

James Montgomery escreve: “Misericórdia é o amor que se estende para ajudar os desamparados que precisam de salvação. A misericórdia identifica-se com os miseráveis em sua miséria”.

A etimologia da palavra vem de “miséria” mais “córdia”, que exprime a idéia de que ser misericordioso, é ver a miséria do outro com o coração.

A misericória é um atributo divino. Para o cristão, a misericórdia não é uma opção – é uma necessidade. Contamos com a misericórdia de Deus. Devemos ser misericordiosos como é misericordioso nosso Pai.

Vejamos com Paulo mostra a manifestação da misericórdia de nosso Pai.
“ Ele vos deu vida, estando vós mortos nos vossos delitos e pecados, nos quais andastes outrora, segundo o curso deste mundo, segundo o príncipe da potestade do ar, do espírito que agora atua nos filhos da desobediência; entre os quais também todos nós andamos outrora, segundo as inclinações da nossa carne, fazendo a vontade da carne e dos pensamentos; e éramos, por natureza, filhos da ira, como também os demais. Mas Deus, sendo rico em misericórdia, por causa do grande amor com que nos amou, e estando nós mortos em nossos delitos, nos deu vida juntamente com Cristo, —pela graça sois salvos, e, juntamente com ele, nos ressuscitou, e nos fez assentar nos lugares celestiais em Cristo Jesus; para mostrar, nos séculos vindouros, a suprema riqueza da sua graça, em bondade para conosco, em Cristo Jesus. Porque pela graça sois salvos, mediante a fé; e isto não vem de vós; é dom de Deus; não de obras, para que ninguém se glorie. Pois somos feitura dele, criados em Cristo Jesus para boas obras, as quais Deus de antemão preparou para que andássemos nelas.” (Ef 2.1-10).

Se quisermos receber misericórdia devemos estar dispostos a dá-la. Nosso Pai não deseja que sigamos regras e leis farisaicas, mas, ao invés, quer misericórdia, justiça humilde e comunhão com Ele.

“Bem-aventurados (realizados, felizes) os misericordiosos” de verdade.

Nossos corações devem estar cheios de misericórdia se quisermos agradar a quem servimos.

Douglas Bataglião, 10/02/2010

segunda-feira, 5 de abril de 2010

PRÉ CANDIDATA MARINA SILVA EM RECIFE

Sábado, 03 de Abril de 2010.

Vida Urbana
Coluna Graça e Paz - (Angelo Manassés)

DIARIO DE PERNAMBUCO
Olhar para frente
Na última quinta-feira tive oportunidade de conhecer de perto a senadora Marina Silva, pré-candidata a presidência da República pelo PV. Ela participou de um encontro com pastores e líderes na quadra do Colégio Agnes. Na oportunidade Marina contou um pouco de seu testemunho e falou sobre a importância de olhar para frente. “Este ano querem fazer uma eleição plebiscitária, ou seja, estão tentando colocar na cabeça das pessoas uma espécie de julgamento entre os oito anos de Fernando Henrique e os oito anos do presidente Lula. Precisamos deixar o passado, as comparações e olhar para frente”, alertou a senadora. Sempre encaixando passagens bíblicas para reforçar os argumentos, Marina destacou a importância do desenvolvimento sustentável e da biodiversidade. De origem muito humilde e com uma trajetória de vida impressionante Marina demonstrou ser uma cristã comprometida, coerente e séria. Emocionou-se ao falar do pai, da luta para enfrentar a morte quando foi desenganada pelos médicos e da superação. Até os 17 anos a senadora era analfabeta e enfrentou um grave problema de saúde. Membro da Assembléia de Deus, Marina também destacou a importância do respeito “não devemos demonizar ninguém”. Antes de conhecê-la tinha em mente a imagem de uma mulher frágil. Mas, a senadora mostrou ser muito forte e dona de uma determinação impressionante. Seu discurso bem que poderia terminar com as palavras do apóstolo Paulo. “irmãos, uma coisa faço: esquecendo-me das coisas que para trás ficam e avançando para as que diante de mim estão, prossigo para o alvo, para o prêmio da soberana vocação de Deus em Cristo Jesus” (Filipenses 3: 13 e 14).

Registro // Vários pastores estiveram presentes para ouvir a senadora. Na foto, da esquerda para direita, apóstolo Ebenézer Nunes, Marina Silva, Rev. Cilas Menezes, Pr. Douglas Bataglião e apóstolo Doriel Bezerra.

CRUZ E COROA - de Dennis Downing

Coroas sempre foram um sinal de autoridade e realeza.

O Rei Charles tinha uma coroa de oito lados. Cada um dos oito lados
era uma placa de ouro. Cada placa era revestida de esmeraldas e pérolas.

Ricardo Coração de Leão, Rei da Inglaterra, tinha uma coroa tão
pesada que precisava de dois homens para segurá-la na sua cabeça.

A rainha Elizabete tem uma coroa que vale $20 milhões.

Mas, junte todas estas coroas e elas não valem um tostão em comparação às coroas que Cristo tem.

Apocalipse 19:12 diz que Jesus tem "muitas coroas".
Ele tem a coroa da justiça. Ele possui a coroa da glória.
Ele tem a coroa da vida. Jesus tem a coroa de paz e de poder.

Mas, de todas as coroas que Jesus possui, uma é a mais querida de todas.

Esta coroa não foi fabricada com ouro nem prata. Ela não é coberta de jóias.
Esta coroa não foi feita pelas mãos de um mestre artesão.
Esta coroa foi formada às pressas, pelas mãos rudes de um soldado Romano.

Esta coroa não foi colocada na cabeça de Jesus numa cerimônia de glória e honra.
Ela foi colocada em Jesus num ato de humilhação. É uma coroa de espinhos.

O impressionante sobre esta coroa, a coroa que Jesus escolheu para si, é que, de todas as coroas que ele poderia ter escolhido, esta não pertencia a Jesus.

Esta coroa era minha e sua.
Eu e Você mereciamos usar esta coroa.
Eu e Você mereciamos sentir os espinhos.
Eu e Você mereciamos sentir o sangue descendo pelos seu rosto.

Eu e Você mereciamos os insultos, os açoites e os pregos.
Eu e Você mereciamos a morte.
Porque o pecado - pelo qual Jesus morreu – era seu.

Eu e Você mereciamos todo o sofrimento que Jesus passou.
Mas, para você, e para mim, Jesus reservou outra coroa.

Ele tomou a nossa coroa e nos oferece até hoje a coroa que era dEle - a coroa da vida eterna.

Por causa do poder do amor dele.
Um amor tão grande que escolheu o pior para si e o melhor para nós.

Um amor tão forte que nem o túmulo pôde conter.
Este é o amor de Jesus por nós – a verdadeira mensagem da Páscoa.

segunda-feira, 29 de março de 2010

A BEM AVENTURANÇAS XI

(Fome e sêde de justiça)
Mt 5:6 “Bem-aventurados os que tem fome e sede de justiça, porque serão fartos”

Esse é o único caminho para a verdadeira paz. A maior necessidade do mundo hoje é um maior número de cristãos verdadeiros. Pois o profeta Isaías afirma que a paz só e possivem quando há a justiça “O efeito da justiça será paz, e o fruto da justiça, repouso e segurança, para sempre.” (Is 32:17)

Temos que descobrir o signifcado do termo “justiça”, utilizado nesta bem-aventurança. Lembremos que as bem-aventuranças são as características dos verdadeiros crentes. E que essa declaração se encontra dentro da sequência lógica com as afirmações anteriores: “pobres de espírito”, “choram” e “mansos”. Nesta passagem bíblica encontramos resposta por que negar-se, por que chorar e para que ser manso. E é uma questão para aplicar-se a si mesmo, quanto a nossa profissão de fé.

O que esta´ envolvido nessa “justiça”? Não é a retidão moral como justiça entre nações, fidelidade nos contratos, necessidade de manter a palavra, ser integro nos negócios, lealdade em negociações ou tudo que peretençe a moralidade social. Essa é a moralidade ensinada pelos antigos filósofos gregos, e até certo ponte é boa. O Evangelho cristão não para nesse ponto, seu conceito de retidão é muito mais profundo e pessoal. A retidão nas bem-aventuranças, ligadas ás tres primeiras fala de santificação interior.

Ter fome e sede de justiça significa:
a. O desejo profundo de estar bem com Deus, para isso anela por ser livre do pecado, pois o pecado nos separa da comunhão com Deus. Que também é o anseio de estar livre do domínio do pecado, pois esse cristão já entendeu que o mundo que vive é controlado pelo pecado e Satanás, “nos quais andastes outrora, segundo o curso deste mundo, segundo o príncipe da potestade do ar, do espírito que agora atua nos filhos da desobediência;”(Ef 2.2).

b. Mais profundo ainda esta fome e sede de justiça indica o anelo por ver-se livre do próprio desejo de pecar. Porque mesmo depois de regenerado ele descobre que ainda encontra dentro de si este desejo, mesmo despois de ver que está errado, ainda o quer. Por outra parte esse cristão deseja não apenas ver-se redimido de atos externos, mas também do desejo de pecar desde o sei prórpio íntimo.

c. O homem que tem fome e sede de justiça não deixa de ser também o desejo de ser santo. É a capacidade de viver como exemplo do as bem-aventuranças diariamente, istoé, exibir o frutos do Espírito em cada uma de suas ações. Ou então manifestar o Novo Homem, criado em Cristo Jesus. Este é o anelo de parecer-se com o próprio Senhor Jesus Cristo, como Ele é retratado nos Evangelhos: sua obediência ao Pai, à santa Lei de Deus, em suas reações como as pessoas, com seus adversários, sua gentileza, sua compaixão, sua natureza sensível. Este é o retrato do Senhor, e o supremo desejo do que tem fome e sede de justiça é assemelhar-se a Cristo.

d. Essa fome e sede de justiça também significa que temos conciência das nossa deseperadora necessidade, que é manifestada pelo profeta – “Conheçamos e prossigamos em conhecer ao SENHOR;” (Os 6.3a). “Fome” sede e “justiça” não são sensações passageiras. Fome e profunda e forte, se não for satisfeita doi e provoca sofrimento e agonia. O salmista sintetizou tudo isto em uma sentença – “Como suspira a corça pelas correntes das águas, assim, por ti, ó Deus, suspira a minha alma. A minha alma tem sede de Deus, do Deus vivo; quando irei e me verei perante a face de Deus?” (Sl 42.1-2).

A promessa para quem tem sede e fome de justiça é que “serão fartos”, receberam aquilo que desejam, então serão satisfeitos – “Felizes, felizes, bem-aventurados, dignos de louvor são aqueles que tem sede e fome de justiça.

Como isso tudo acontece?
Imediatamente, graças a Deus, quando somos justificados. Devido à retidão de Cristo é removida a barreira do pecado e da culpa. Porque cremos e acitamos o sacrifício de Jesus Cristo na cruz, fomos perdoado e Deus olha para nós através da justiça e retidão de seu Cordeiro perfeito. Por isso estamos plenos da Justiça de Deus, e então Ele nos sacia com sua presença e provisão e sua bençâo.

O cristão que tem fome e sede de justiça é alguém que ao mesmo tempo em que tem fome e sede, também está satisfeito. Entrtanto quanto mais se satisfaz tanto mais tem fome e sede. Essa é a bem-aventurança da vida cristã. Ela continua pois recebe constantemente graça sobre graça – “Porque todos nós temos recebido da sua plenitude e graça sobre graça” (Jo 1.16).

Você já se sente satisfeito?
Você está sendo abençoado neste sentido?
Você sente fome e sede?
Douglas Bataglião,03/02/2010(baseado-Estudos no Sermão do Monte,Martyn Lloyd Jones)

quarta-feira, 17 de março de 2010

Pastor da Assembléia de Deus se converte ao Islã

SEGUNDA-FEIRA, 15 DE MARÇO DE 2010

Pastor da Assembléia de Deus se converte ao Islã: Finalmente, a verdade.

A notícia da surpreendente conversão do líder paraibano da AD foi dada em programa de TV local e rapidamente estourou na WEB cristã.

Leonardo Gonçalves


O pastor João de Deus Cabral, líder da Assembléia de Deus (Madureira) no estado da Paraíba, surpreendeu a todos com a revelação de que teria se convertido ao Islã, juntando-se aos mais de 27 mil muçulmanos no país. A notícia que chocou muitos cristãos – principalmente os pentecostais – foi publicada no portal OGalileo e divulgada em diversos blogs e sites. A revelação foi feita durante o programa Sales Dantas, na TV Litoral. No programa, João se apresentou como ex-presidente da Assembléia de Deus do Ministério Madureira, e testemunhou acerca da sua experiência de conversão à religião de Alá.

Após as primeiras informações, o Genizah decidiu investigar o caso e descobriu que a filha do ex-pastor é casada com muçulmano e vive em Dubai, para onde João viajava com certa freqüência, muitas vezes sem o conhecimento dos irmãos. Veja a matéria. Com o tempo, o discurso de João Cabral foi ficando cada vez mais estranho, culminando no pedido de desligamento da Assembléia de Deus e negociação da venda da igreja que liderava (Para quem nunca ouviu falar de venda de igrejas, sugerimos a leitura deste texto). O comprador da igreja teria sido o pastor Napoleão Falcão, afastado da Assembléia de Deus no Brasil há alguns anos por conta de escândalos de natureza moral.

Com a apuração dos fatos, algumas das afirmações do ex-pastor se tornaram insustentáveis, como por exemplo, o fato de ele ter presidido as Assembléias de Deus no estado da Paraíba (Convenção). Não mentiu, no entanto, quando disse que era ministro reconhecido pela denominação, havendo ocupado cargos importantes, como o de secretário da Convenção do estado da Paraíba e pastor responsável por algumas igrejas em João Pessoa.

João de Deus Cabral apresentou razões teológicas para sua “apostasia”. Segundo ele, a doutrina da trindade e a celebração do natal no dia 25 de dezembro foram algumas das “heresias” que o fizeram mudar de trincheira. No entanto, parece-nos estranho que um pastor com o mínimo de instrução sinta-se escandalizado com o fato do natalício de Jesus ser comemorado pela igreja no dia 25 de dezembro. Atualmente, mesmo não-crentes sabem que a data foi escolhida pela igreja e que a festa veio a substituir a tradicional festa pagã do sol.

No processo, alguns chegaram a afirmar que as razoes para o desvio do pastor não foram teológicas, mas financeiras. Eduardo Leandro Alves, secretário de missões da AD Madureira na Paraíba, disse que ele não foi seduzido pela doutrina islâmica, mas pelos “petrodólares” oferecidos a ele depois que se tornasse um líder muçulmano. A análise da história nos remete às Escrituras que, em casos como este, é autoritativa e contundente:

“Mas o espírito expressamente diz que nos últimos tempos, apostatarão alguns da fé, dando ouvidos a espíritos enganadores e a doutrinas de demônios [...] E por avareza farão de vós negócio com palavras fingidas; sobre os quais já de largo tempo não será tardia a sentença, e a sua perdição não dormita”. 1Tm 4.1; 2Pe 2.3

Postado por: Leonardo Gonçalves do Púlpito Cristão para o Genizah:http://emkt.genizahzine.com

MINHA OBSERVAÇÃO: Por ter se desviado da sã doutrina muitas igreja verão estes exemplos de apostasia. Devemos voltar à simplicidade de Cristo, do Evangelho e da pregação da Cruz, único meio de converter verdadeiramente uma pessoa. Longe de mim estaja gloriar-me a não ser na cruz de Cristo!